
Lula está sendo simplesmente marionete do sistema globalista | Foto: Divulgação.
TENHO RECEBIDO UMA ENXURRADA de notícias, a cada momento, sobre a ansiedade de Lula e Alexandre de Moraes no caso Bolsonaro. A nítida intenção é deixar o ex-presidente fora das eleições de 2026.
No geral, a nova geopolítica faz interseção com a globalização de três maneiras. Em primeiro lugar, o Brasil é um país estratégico e, portanto, uma geopolítica modesta, mas muito significava para o mundo, inclusive em matéria de comércio exterior. E isso atinge gerações.
Os Estados Unidos são parceiros do Brasil e sabem que sua ascendência econômica, por meio da globalização, criará um expansivo papel internacional para o país durante os próximos anos. O Brasil esconde a maior riqueza do planeta. Só precisa ser bem administrado, livre da corrupção. Trilhões e trilhões de reais são derramados, diariamente, no esgoto da corrupção. O dinheiro público é desviado desde as câmaras de vereadores, em cada município do país, até os gabinetes das autoridades do mais alto escalão.
Em segundo lugar, a globalização tem ajudado a tornar a corrupção, tangida pela esquerda, uma questão central para a geopolítica numa escala mundial. A corrupção, na esteira do avanço da modernidade, é o principal jogo de poder da esquerda política global.
Em terceiro lugar, a globalização impossibilita conflitos militares diretos entre grandes países e refaz a geopolítica em uma série de pequenos choques entre os países envolvidos na globalização e os grupos e Estados fora dela.
Essa não é a primeira vez que pessoas imaginaram ou esperaram que países extensivamente conectados pelo comércio guerreariam entre si. O Lula, então, tem isso muito claro na sua cabeça maluca. Entenda: essa ideia é, pelo menos, tão antiga quanto o iluminismo do século XVIII, quando a maioria dos europeus instruídos acreditava que o progresso de sua era nas ciências e na razão, inexoravelmente, produziria paz através do comércio. Estavam obviamente errados. Ciência e razão apenas tornaram as guerras napoleônicas e a guerra anglo-americana de 1812 mais letais.
Mirando por essa lógica, a esquerda lulista, juridicada cegamente por Alexandre de Moraes, não pensa na paz, mas na combinação de intensa disputa pelo poder e competição política, pelas mais absurdas vias da corrupção. Lula e Moraes sabem muito bem o que querem. O jogo de manobra está mais do que claro. E os interesses do sistema globalista estão silenciosamente por trás de tudo. Para Moraes, particularmente, o que interessa mesmo é o dinheiro no seu bolso. E o resto que se exploda.
Na verdade, Lula está sendo usado pelo sistema globalista para uma tomada absurda do poder. Pois, nisso, a América do Sul é fundamentalmente importante. E o presidente brasileiro é mais do que extrategicamente necessário para essa tomada de poder.
Nada na história, vale pontuar, é mais comum do que grandes países lutando para se tornarem mais ricos. E, na maioria dos casos, essas lutas estão intimamente associadas ao desejo pelo poder de dominar o mundo. E quando dois ou mais países lutam por mais poder na mesma região, quase sempre são levados a confrontos. Essa é a lógica do Brasil nessa comparseria entre Lula e Alexandre de Moraes.
Em 2027, o Brasil estará falido, e quem poderá salvar a pátria verde e amarela economicamente será os Estados Unidos, caso o próximo presidente brasileiro for de direita. Veremos como será a próxima página da história. O Leitura Livre estará de olho, acompanhando tudo com seu jornalismo investigativo e opinativo.